Este é o "jornal" do nosso Centro Infantil. Aqui vamos partilhar as experiências que vivenciamos nas nossas salas e aprender um bocadinho todos juntos!
domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
A banana é obstipante?!
Posted: 25 Oct 2012 06:15 AM PDT
Sabemos que quando algo não corre bem na alimentação da criança, reflecte-se algumas horas depois na fralda...Por isso mãmãs estejam atentas, sim senhora, e estabeleçam estratégias logo ao mais pequeno sinal de alarme!
A natureza é sábia e disso nunca duvidámos por isso na hora de decidir o que vamos dar para comer, lembrem-se sempre: BANANA!
Este fruto, altamente rico em potássio, mineral fundamental para estimular as funções nervosas e musculares, é um dos primeiros frutos que o bébé pode comer. Mas como é possível, se provoca obstipação nos frágeis seres?? Pensam as mamãs...
Quando está pouco madura, a parte central da banana (veio escuro) é indigerível pelo intestino delgado acabando por fermentar no intestino grosso, provocando gases e obstipação. Resultado: ideal para casos de DIARREIA. No entanto, com o amadurecimento, o amido converte-se em açúcar, tornado a banana bastante digerível, facilitando o trânsito do tracto intestinal. Resultado: ideal para casos de OBSTIPAÇÃO.
Por isso, caras mãmãs, a dificuldade agora é mesmo arranjar rapidamente bananas maduras se o filhote está obstipado. Nada mais simples: colocar as bananas junto de maçãs que amadurecem qualquer fruta em redor ou, no pior caso, retirar o veio central da banana pouco madura.
Por último queria ainda deixar outra dica: este fruto é fundamental para fazer um excelente batido, ajuda a ligar a restante fruta com o leite. Sim porque um dia destes tenho que vir aqui falar em alternativas ao leite...
Por isso, banana para bebés pequeninos sim, mas madura, combinado? Isto se estiver tudo normal. E já agora mais uma mensagem: se a criança rejeitou este fruto, das primeiras vezes que provou, ou até se fez alergias isso não quer dizer que não possa, e deva ser dado mais tarde. Peçam orientação ao pediatra da próxima vez que forem à consulta!Dra. Solange Burri
Consultora em Alimentação
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Formigas
Olá amigos!!!!
Este ano, a sala de Jardim I tem novos amigos... Entre meninos recém-chegados à nossa escola e meninos que já se conhecem da creche, estamos juntos com a Ângela e a Carla Neto.
Esta foi a nossa primeira aventura....
Até à próxima descoberta!!!!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Adaptação à creche/jardim de infância
Alguns pais, por força das circunstâncias, colocam os filhos na creche logo nos primeiros meses de idade. Outros optam por deixá-los à guarda de uma ama ou dos avós. Certo é que, mais hoje, mais amanhã, acaba por chegar o dia em que ingressam no jardim de infância.
Quanto mais novinha for a criança, mais fácil e rápida será a adaptação, por isso, nos casos em que vão para o jardim de infância aos 3-4 anos, é de esperar alguma reação negativa. Uns adaptam-se melhor que outros e tudo está intimamente ligado à empatia que se gera com a educadora.
Temos de ter em conta que este momento produz alterações profundas no mundo da criança. Até esta idade, os pais foram o pilar de todo o desenvolvimento. Foram eles que a ajudaram a alimentar-se, a vestir-se, a lavar-se e a conviver com os outros. No fundo, mesmo sem se aperceberem, transmitiram-lhe a maior parte das regras fundamentais para que pudesse viver em sociedade.
Com a ida para o jardim de infância, chega a altura de colocar muitas destas aquisições em prática. Uma criança que já adquiriu alguma autonomia, decerto irá adaptar-se mais facilmente. As regras podem ser um pouco diferentes, mas não deixam de ser regras, e se está à partida habituada a cumpri-las não irá estranhar. Ainda assim, poderá haver alguma preparação, como, por exemplo visitar o jardim de infância para que ela possa conhecer o espaço e a educadora.
A criança pode experimentar sentimentos de profundo abandono e até de solidão quando é deixada no jardim de infância, uma vez que não pode contar com a presença do pai, da mãe, da ama ou dos avós. Em contrapartida, passa a estar integrada num grupo de pares, que se podem mostrar hostis nos primeiros dias. Temos de ter em conta que existem sempre alguns que já se conhecem de outros anos, uma vez que ingressaram no jardim de infância muito mais cedo e já têm o seu grupinho formado. Algumas vezes acontecem agressões, mordidelas, puxões de cabelo... Mas tudo isso é perfeitamente natural, portanto não há motivo para grandes preocupações.
No geral, as amizades infantis trilham caminhos completamente distintos das amizades adultas. De início é natural que se agridam fisicamente, mas em breve irão transformar-se em amigos inseparáveis. Para além disso, a educadora não pode dispensar-lhe todas as atenções, uma vez que tem vários meninos a seu cargo. Adaptar-se a tantas mudanças ao mesmo tempo é muito difícil. Por tudo isso, não é de estranhar que fique a chorar, o que acaba por ser ultrapassado.
Todas as manhãs, quando os pais a forem levar, é importante que seja criado um ambiente alegre e descontraído. Os pais podem, por exemplo, contar-lhe uma história cujo tema seja de um(a) menino(a) que não queria ir para a escolinha mas que depois arranjou muitos amiguinhos e adorou a experiência! Há que falar também como vai ser o dia de trabalho e fornecer uma referência clara, para que ele consiga situar o momento em que o irão buscar (por exemplo, depois do lanche). É preciso ter em conta que as crianças não possuem ainda a noção do tempo, portanto é necessário arranjar estas estratégias para que saibam o momento em que os pais chegam.
Contudo, chegado o fim do dia, devido às atividades profissionais, muitos acabam por deixar os filhos até mais tarde no jardim de infância. É vê-los sozinhos num canto, a inventarem brincadeiras ou a chorarem ao colo de uma auxiliar. Por vezes torna-se impossível evitar estas situações: uma reunião de última hora, um transporte que se perdeu, o trânsito que estava um caos… Mas existem sempre alternativas: uma vizinha simpática, um primo mais velho, os avós, alguém que se possa recrutar à pressa e que evite este sofrimento à criança. É que sentir-se abandonado, esquecido, pelos pais é algo extremamente traumatizante e que provoca um sentimento de intensa solidão e desamparo.
(por Teresa Paula Marques, Psicóloga Clínica)
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Um dia cheio
Hoje o nosso dia foi muito preenchido.
Tivemos a primeira aula de Inglês deste ano letivo.
Depois fizemos doce de maçã e doce de tomate
E para terminar o nosso dia somos todos ao Jardim das Artes
Tivemos a primeira aula de Inglês deste ano letivo.
Depois fizemos doce de maçã e doce de tomate
E para terminar o nosso dia somos todos ao Jardim das Artes
Uma visita especial
Hoje tivemos uma visita muito especial.
A mãe do nosso V. veio a nossa sala e mostrou-nos o que trouxe para nós vendermos.
Pintámos os frascos de vidro
Depois enchemos os frascos com as ervas da avó Rosário
A mãe do nosso V. veio a nossa sala e mostrou-nos o que trouxe para nós vendermos.
Pintámos os frascos de vidro
Depois enchemos os frascos com as ervas da avó Rosário
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